sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Vampira



Vampira
Não tentes tirar um brilho
sequer de minha alma.
Sou luz que emana esperança.
Dentro de mim habitam
anjos e querubins.

Se queres proximidade
venhas cheirando perfume
de jasmins.

Mas não chegues assim toda
ansiosa,
ávida por sugar minha energia.

Sou vida, alegria,
sorriso de criança...
Tú és escuridão.

Meu coração é movido
por sentimentos.
O teu já não pulsa.

Dama negra, outrora
foste a mais bela.
Seja realista, agora
exalas podridão.

Afasta-te Vampira!
Do meu sangue não beberás,
não permitiria,
porque minha cara,
esse seria o seu fim.

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