quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Tempestades



TEMPESTADES

Chove torrencialmente, triste anoitecer
Poças de água, enxurradas, abandonada
Lágrimas em vertentes. Um padecer
A inundar de tristeza as calçadas

Sinto falta de teu brilho radiante
Daqueles dias que a paixão dominava
De teu olhar tão insinuante
E deste corpo moreno que eu amava

Refugiada em nuvens escuras
Hoje sou a estrela da amargura
Esta água que desaba é meu lamento

E passas pelas ruas e não percebes
O porque das tempestades
Que só nos causou dor e sofrimento!

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