quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Lorde Byron




LORDE BYRON

Lá atrás num tempo sem tempo,
Escondido da vida, num canto
Qualquer foi enterrado o
Sentimento.

Tão importante e marcante,
Porém em sua cova não existe
Nome, nem data, indigente.

Desconhecido e ignorado,
Sem flores e poesia,
Passou desapercebido e jaz
Em uma lápide fria.

É avistado perambulando
Em noite escura,
Bebendo em uma taça feita de
Crânio os horrores da humanidade
Que o condenaram ao esquecimento.

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